PHP para quem já programa
intermediárioO atalho para quem já sabe programar: pula o básico que transfere de outras linguagens e vai direto ao que é PHP — tipagem, arrays como mapas ordenados, objetos, namespaces e o modelo de request.
Fase 1 — o que muda vindo de outra linguagem
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Sintaxe Básica
você está aquiAs tags e o modelo embutido: um arquivo PHP é HTML com trechos de código, não um programa que começa no main().
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Tipos
Tipagem dinâmica, type juggling e declarações de tipo. É aqui que mora a maior parte das surpresas de quem vem de linguagem estrita.
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Arrays
O array do PHP é um mapa ordenado, não um vetor: ele faz o papel de lista, dicionário e tupla ao mesmo tempo.
Fase 2 — objetos do jeito do PHP
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Classes e Objetos
Classes, interfaces, traits, visibilidade e static — o vocabulário que todo framework PHP assume que você domina.
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Namespaces
Namespaces e autoload: como o PHP encontra suas classes sem você incluir arquivo por arquivo.
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Enumerações
Enums (PHP 8.1+): o jeito atual de representar um conjunto fechado de valores.
Fase 3 — erros e metaprogramação
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Exceções
A hierarquia de exceções do PHP e como ela se relaciona com erros — não é igual à de Java ou Python.
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Erros
Error e Exception são ramos distintos. Saber a diferença evita um try/catch que nunca pega nada.
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Atributos
Atributos (PHP 8+): a metaprogramação declarativa em que rotas, validação e ORM modernos se apoiam.
Fase 4 — a web e o ecossistema
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Introdução ao Composer
Composer é o gerenciador de dependências de fato do PHP — e o que dá autoload ao seu projeto.
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Variáveis predefinidas
As superglobais e o modelo por request: cada requisição começa do zero, sem estado entre elas.
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Dados Enviados pelo Usuário
Todo dado que vem do usuário é suspeito. A regra é a mesma de sempre, mas as armadilhas do PHP são próprias.
A chegada
Ao completar todas as etapas você vai ler código PHP com naturalidade e escrever seus próprios scripts com segurança.
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