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PHP avançado

avançado

O que separa quem usa PHP de quem entende PHP: o modelo de execução, avaliação preguiçosa e concorrência, os contratos que os frameworks assumem e o comportamento em produção.

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Fase 1 — como o PHP realmente executa

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  1. Referências

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    Referências não são ponteiros: entender o que copia e o que aponta explica uma classe inteira de bugs sutis em arrays e objetos.

  2. Coletor de Lixo

    Contagem de referências e ciclos. É a resposta para "por que a memória não cai" em workers e processos longos.

  3. OPcache

    O que faz o PHP ser rápido em produção: bytecode em cache e preloading — e por que validate_timestamps muda tudo no deploy.

Fase 2 — avaliação preguiçosa e concorrência

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  1. Geradores

    yield: percorrer milhões de linhas com memória constante, em vez de montar o array inteiro.

  2. Generator

    O objeto por trás do yield: send(), return e delegação — o que permite corrotinas de verdade.

  3. Fibers

    O primitivo de concorrência do PHP 8.1, base dos runtimes assíncronos modernos.

Fase 3 — contratos e metaprogramação

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  1. Iterator

    Fazer seu objeto funcionar em foreach — e por que IteratorAggregate quase sempre é a escolha melhor.

  2. ArrayAccess

    Objeto que se comporta como array: a interface por trás de containers, coleções e configs.

  3. Stringable

    __toString com contrato explícito — o detalhe que faz seu objeto atravessar log, template e concatenação.

  4. Métodos Mágicos

    Métodos mágicos: poder real e custo real. Saber quando NÃO usar é metade do aprendizado.

  5. Vinculações Estáticas Tardias

    static:: vs self:: — a diferença que faz herança e factories se comportarem como você espera.

  6. Atributos

    Atributos: metadados legíveis por reflexão. É neles que rotas, validação e ORM modernos se apoiam.

Fase 4 — I/O e vida em produção

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  1. Fluxos

    Streams são a abstração de I/O do PHP: arquivo, rede e memória com a mesma interface.

  2. Protocolos e empacotadores suportados

    php://, data://, compress:// e afins — e por que permitir wrapper remoto é um risco de segurança.

  3. Uso da linha de Comando

    A SAPI de linha de comando: onde vivem workers, cron e artisan — com regras diferentes das do request web.

A chegada

Ao completar todas as etapas você vai ler código PHP com naturalidade e escrever seus próprios scripts com segurança.

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